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Coleção Linux Pocket Pro | Virtualização100 páginas de informação, tutoriais e técnicas para entrar no mundo da virtualização com Xen. Saiba mais

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Coleção Linux Pocket Pro | Gerenciamento e desenho de Projetos100 páginas de informação, tutoriais e técnicas para entrar no mundo de gerenciamento de projetos. Saiba mais

Seja reaproveitando hardware comodity, seja utilizando dispositivos próprios para a implementação de sistemas de terminais leves, o Linux e o Código Aberto tem tudo a ver com esse mercado. Nesta edição especial da Linux Magazine mostramos diversas soluções para a implementação de redes de terminais leves, sempre pensando em excelentes padrões de desempenho e em ótima relação custo-benefício.

LME 01 | Redes e SistemasA administração de sistemas é uma ciência ativa e multifacetada e é necessário mais do quer logs ou acompanhar os relatórios do Nagios para se considerar um iniciado nessa arte. É por isso que dedicamos ao sysadmin e a administração de sistemas nossa primeira edição da Linux Magazine Especial. Com cada uma das seções da revista iniciadas por um artigo de Augusto Campos, nosso colaborador assíduo em sua Coluna do Augusto, pretendemos abordar cada uma das facetas da administração de sistemas.

Em mais uma visita ao Brasil, Alex Pinchev, vice-presidente e presidente global de vendas, serviços e marketing da Red Hat, anunciou as mudanças planejadas pela empresa norte-americana para o ano fiscal que se inicia dentro de um mês. Segundo Pinchev, o novo CEO da empresa, Jim Whitehurst, já lhe está imprimindo um novo ritmo: atribuiu novas responsabilidades a executivos e mexeu nos relacionamentos entre áreas dentro da companhia.
Segundo o vice-presidente, as mudanças na Red Hat se devem a diversos fatores, como a crescente sofisticação dos softwares de Código Aberto e a globalização da própria empresa. O propósito da empresa também muda: "o mercado do Código Aberto ficou mais orientado ao cliente", afirmou Pinchev, "que não querem ser só clientes, mas parte da inovação". Com isso, o executivo definiu a nova estratégia impressa pelo novo CEO: "Para a Red Hat, tudo gira em torno do cliente".
Especificamente com relação ao mercado brasileiro, Alex afirmou que esse é um dos mercados que mais crescem no mundo, e o apoio do Governo Federal é fundamental. Além disso, outros diferenciais do Brasil são a compreensão da dinâmica e dos valores do Código Aberto pelas grandes empresas — "muito maior que na maioria dos outros países", colocou o executivo —, que enxergam como vantagem dessa tecnologia a velocidade de desenvolvimento e implementação, além, é claro, do menor custo.
Para interagir com o governo, a Red Hat tem uma vertical específica, além daquelas para telecomunicações, mercado financeiro e a chamada "Enterprise".
Alex Pinchev anunciou também o reforço e esclarecimento da política de parceiros comerciais da Red Hat: "parceiros são cruciais para nosso sucesso; 60% dos negócios da Red Hat vêm de parceiros", contabilizou. Segundo ele, "os parceiros sabem o que é o Código Aberto, e sabem vender Software Livre"; por isso, são tratados "como parte da Red Hat". Existe até um departamento de marketing exclusivo para os parceiros.
"A Red Hat começou no Brasil há dois anos, com aproximadamente 20 funcionários. Hoje, temos 60", colocou Julián Somodi, Gerente Geral da Red Hat para a América do Sul, também presente no evento. Ele acrescentou ainda que há planos de criação de novos escritórios da companhia em outras cidades do Brasil, mas não revelou quais, informando apenas que já existem equipes da empresa trabalhando em Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
O gerente geral para a América Latina, Gabriel Szulik, acrescentou ainda que o Brasil possui "muitos talentos em Software Livre". "Essa é uma das características que buscamos nos países para aumentarmos nossa presença", disse. Os outros fatores — todos também presentes no Brasil, de acordo com o executivo — são uma economia forte, a compreensão do Software Livre nas empresas e o crescimento dos negócios.
Os negócios em torno do servidor de aplicações JBoss foram os que mais cresceram no último ano, segundo Gabriel. A expectativa para o próximo ano, portanto, é de 100% de crescimento. Por isso, o mercado de JBoss é estratégico para a Red Hat, assim como os de infra-estrutura (com a virtualização ocupando um papel fundamental) e o de gerenciamento (RHQ).
Parece que estamos vivendo uma Segunda Onda na iniciativa de migração do Windows e de seus programas proprietários para o Linux e seus aplicativos de código aberto. A Primeira Onda, mesmo tendo sido fruto de muita boa vontade e esperança da comunidade, infelizmente não deu certo – pelo menos não tão certo quanto se esperava. A Primeira Onda surgiu em torno do ano de 2002 e envolvia o mesmo pensamento: "O Linux está pronto! O Linux e todos os seus aplicativos estão prontos! Tudo o que precisamos é falar ao mundo e o mundo migrará!". Tudo parecia certo. Onde essa onda falhou? Em sua grande parte, no excesso de otimismo: várias barreiras ainda precisavam ser quebradas, muitas delas problemas reais que, até pouco tempo, assolavam o mundo do software livre e de código aberto.
Leia mais...Num jogo de xadrez, um dos movimentos mais imprevisíveis é o do cavalo que se joga no centro do tabuleiro: pode ser uma forma simples de controlar uma parte do jogo, ao menos durante um certo tempo, como pode ser também um prosaico “movimento louco”.
Leia mais...Muitas pessoas nem imaginam a qualidade dos programas disponíveis para Linux, incluindo os de controle de finanças. Jack Wallen, do TechRepublic, mostra dez programas financeiros que corresponderão às suas necessidades, sejam elas simples planilhas de gastos ou pacotes de controle empresarial completos.
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